PASTORAL: SONHAR É PRECISO!
Eu tive um sonho, um sonho desses que outros já sonharam e que parece não morrer nunca. Sonhei que a igreja evangélica desse pais era menos egoísta e mais solidária, que havia engajamento com as questões sociais e que os nossos templos ociosos eram mais utilizados na semana na realização de projetos comunitários que visam resgatar a cidadania, promover inclusão social e combater as diversas formas de injustiça. Sonhei que havia mais unidade e mais simplicidade entre os irmãos. Sonhei que os irmãos não deixavam de ir aos cultos e nem inventavam mentiras para fugirem do compromisso com a igreja. Sonhei que o modelo de relacionamento comunitário da Trindade servia de modelo para igrejas, pastores, lideres, membros e congregados. Como conseqüência havia menos personalismo, menos preocupação com o caráter, mais humildade e menos vaidade, mais espiritualidade e menos ativismo religioso. Sonhei que o marketing e a publicidade davam lugar à oração e ao evangelismo pessoal, e que missões deixavam de ser um tipo de status quo para ser simplesmente um compromisso de quem ama o Reino de Deus. Sonhei que desistíamos todos de submeter à igreja as leis de mercado por crermos simplesmente na eficácia do evangelho como suficiência de Deus no alcance e transformação regeneradora dos pecadores moribundos. Sonhei que na igreja evangélica brasileira já não havia lugar para quem tenta massificar a fé, mercadejando o evangelho a preços promocionais inescrupulosos, ao mesmo tempo em que lucra com a valorização das “ações” do competitivo mercado religioso. Sonhei com o retorno da igreja as Escrituras numa caminhada gloriosa de redescoberta da espiritualidade bíblica, da missão integral, do relacionamento intimo com Deus, da sua vocação sublime, da ética e do testemunho de quem vive como sal da terra e luz do mundo. Sonhei que nesse contexto de despertamento espiritual a PRESBITERIANA redescobria suas origens doutrinárias reformada, sua experiência missionária, e seu fervor espiritual em proclamar SOLA SCRIPTURA. Sonhei que continuávamos construindo templos sem, no entanto, perdermos de vista que a prioridade da igreja é missões. Sonhei que as nossas ofertas de missões deixavam de ser esmolas para ser um privilegio de contribuir com a obra missionária. Sonhei que os pastores apascentavam-se mutuamente, que havia humildade entre todos e que nos tornávamos ensináveis, corrigíveis e conscientes das nossas fraquezas e pecados. Sonhei que as nossas igrejas eram mais cooperativas e menos competitivas, servindo com dedicação e santidade. Sonhei ainda que era possível canalizar nossas energias, recursos e talentos para fortalecer a missão em vez dos nossos pequenos guetos religiosos e espaços de poder. Sonhei que havia menos centralização e as tarefas eram divididas com alegria entre os mais Capacitados para realização destas. Depois de sonhar com tudo isso, me dei conta de que na realidade não estava dormindo, eu estava bem acordado, como bem acordado precisamos estar, a fim de que possamos construir uma nova página na nossa história de igreja que clorifique a Deus. Que o Senhor provoque um inconformismo profundo nos nossos corações no anseio de vivenciarmos um novo tempo, uma nova realidade. Pr. João Batista de Lima.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
"PASTOR"? CELEBRA NO CEARÁ CASAMENTO DE CACHORROS.
"PASTOR"?? CELEBRA E FAZ CASAMENTO DE CACHORROS!(SERÁ QUE CHEGAMOS AO FIM E NINGUÉM ME AVISOU??)
AÍ..JÁ E DEMAIS,NÉ???SINCERAMENTE,ACHO QUE MORRI,FUI PARA ALGUM LUGAR E NÃO ME AVISARAM..OU O FIM DO MUNDO JÁ COMEÇOU E TAMBÉM,NÃO PERCEBI,OU NÃO ME AVISARAM...RESPONDAM-ME,AMADOS LEITORES ESTOU VIVO?ESTAMOS??AONDE ESTAMOS???QUÊ ISSO??
Renato Suhett,servo de Cristo,Anglicano Reformado
O BLOG Noticias Cristãs publicou uma notícia absurdamente ensandecida. Segundo o BLOG um pastor da IURD, teria no final de semana passado celebrado o casamento de um casal de cachorros. Veja a nota publicada abaixo:
"Só faltava acontecer isso em Massapê. Alí acontece de tudo, se não vejamos: Já houve assalto em um Posto de Gasolina e os bandidos fugiram num jumento. Outro dia dois bandidos assaltaram novamente um outro Posto de Gasolina usando um "gogó de garrafa" como arma do crime. Mas quando se imagina que nada mais fosse acontecer, surge uma história muita inusitada, de que um Pastor Evangélico, da Igreja Universal do Reino de Deus, que fica situado no centro de Massapê, teria no final de semana passado, feito o casamento de um Casal de Cachorros.
A informação é que o casal de animais estava vestidos a rigor. A notícia explodiu na cidade de Massapê como uma bomba. As Rádios da cidade não perdoaram o Pastor. E virou comédia. O povo ligando para as Rádios, oferecendo casal de jumentos, gatos para que seja feito também o casamento."
Caro leitor, me recuso a acreditar que isso seja verdade. Não é possível que o neopentecostalismo da IURD tenha chegado a tal nível. Sinceramente, rogo a Deus para que isso não passe de uma bravata, porque caso contrário definitivamente a vaca, digo, o cachorro foi pro brejo.
Completamente escandalizado!
Fonte: Renato Vargens http://www.bisporenatosuhett.com
AÍ..JÁ E DEMAIS,NÉ???SINCERAMENTE,ACHO QUE MORRI,FUI PARA ALGUM LUGAR E NÃO ME AVISARAM..OU O FIM DO MUNDO JÁ COMEÇOU E TAMBÉM,NÃO PERCEBI,OU NÃO ME AVISARAM...RESPONDAM-ME,AMADOS LEITORES ESTOU VIVO?ESTAMOS??AONDE ESTAMOS???QUÊ ISSO??
Renato Suhett,servo de Cristo,Anglicano Reformado
O BLOG Noticias Cristãs publicou uma notícia absurdamente ensandecida. Segundo o BLOG um pastor da IURD, teria no final de semana passado celebrado o casamento de um casal de cachorros. Veja a nota publicada abaixo:
"Só faltava acontecer isso em Massapê. Alí acontece de tudo, se não vejamos: Já houve assalto em um Posto de Gasolina e os bandidos fugiram num jumento. Outro dia dois bandidos assaltaram novamente um outro Posto de Gasolina usando um "gogó de garrafa" como arma do crime. Mas quando se imagina que nada mais fosse acontecer, surge uma história muita inusitada, de que um Pastor Evangélico, da Igreja Universal do Reino de Deus, que fica situado no centro de Massapê, teria no final de semana passado, feito o casamento de um Casal de Cachorros.
A informação é que o casal de animais estava vestidos a rigor. A notícia explodiu na cidade de Massapê como uma bomba. As Rádios da cidade não perdoaram o Pastor. E virou comédia. O povo ligando para as Rádios, oferecendo casal de jumentos, gatos para que seja feito também o casamento."
Caro leitor, me recuso a acreditar que isso seja verdade. Não é possível que o neopentecostalismo da IURD tenha chegado a tal nível. Sinceramente, rogo a Deus para que isso não passe de uma bravata, porque caso contrário definitivamente a vaca, digo, o cachorro foi pro brejo.
Completamente escandalizado!
Fonte: Renato Vargens http://www.bisporenatosuhett.com
domingo, 11 de dezembro de 2011
Deus não é Obrigado a ter Misericórdia de Ninguém
Deus não é Obrigado a ter Misericórdia de Ninguém
O privilégio que pertence aos filhos de Deus é que eles foram regenerados, nascidos de novo pelo Espírito Santo, através da Palavra de Deus. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (1 Ped. 1:23). Recebemos muitas bênçãos depois de nascermos de novo. Todas essas bênçãos vêm através da absoluta e graciosa vontade de Deus. Deus não está obrigado a nos abençoar. Ele pode fazer como quiser. Ele pode decidir não nos abençoar de modo algum. Tudo que podemos reivindicar de Deus é justiça, o que significa que Deus deve nos punir pelos nossos pecados.
Estamos nas mãos de Deus, esperando saber o que Ele vai fazer. Se Deus assim desejar, Ele pode salvar toda a humanidade. Ou se Ele quiser, Ele pode decidir não salvar ninguém. Se Deus desejar, Ele pode, na Sua misericórdia, salvar um homem e deixar outro para sofrer a punição pelo seu pecado. Não há injustiça alguma da parte de Deus se Ele assim fizer. É direito soberano de Deus fazer o que Lhe aprouver. Deus diz na Bíblia: "... compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia" (Rom. 9:15-16).
Alguns ficam muito zangados com este ensinamento. A ira deles não muda o fato de que a verdade da soberania de Deus mantém-se firme como uma rocha. Deus não tem que explicar ao homem o que Ele faz. Ele faz o que quer, nos céus e na terra.
A doutrina da soberania de Deus traz grande alegria aos que crêem nEle. Nós nos regozijamos no amor de Deus que nos escolheu para sermos Seus filhos. Deus deixa as pessoas que Ele não escolheu seguirem seus próprios caminhos e perecerem no final. Ele teve misericórdia de nós porque assim o quis, mesmo antes de nós começarmos a orar e procurá-lO. Este propósito eletivo de Deus é precioso. No mundo precisamos pleitear, até com pessoas ricas, antes que elas nos dêem alguma coisa. Não tivemos que implorar a Deus. Todas as coisas preciosas que Ele nos deu, foi "segundo a sua vontade". Deus Se apraz na misericórdia, em dar livremente. O nome de Deus é amor e a natureza de Deus é amor. É natural ao sol enviar luz. É coisa natural Deus enviar a luz de Sua eterna graça.
Louvemos ao Senhor que nos amou quando estávamos mortos em nossas transgressões e pecados. Glorifiquemo-lO pela Sua misericórdia livremente demonstrada a nós. Não merecíamos a misericórdia de Deus. Freqüentemente desprezamos essa misericórdia. Alguns de nós resistimos a misericórdia de Deus por longo tempo. Curvemo-nos então humildemente diante do trono de Deus. Vamos agradecer-Lhe pelas Suas misericórdias que duram para sempre. Quão maravilhoso é que, devido Deus assim o desejar, Ele teve compaixão de nós. O grande privilégio que Deus nos concedeu é que, através do poder divino do Espírito Santo, já nascemos de novo.
Nosso primeiro nascimento foi natural. Deus nos fez e nossos corpos são Sua maravilhosa criação. Nosso segundo nascimento foi espiritual. Nascemos de novo, regenerados pelo poder divino do Espírito Santo. Nosso segundo nascimento é uma obra de Deus, tão grande quanto o nosso primeiro nascimento, nossa criação natural. "Segundo a sua vontade" Deus nos deu uma nova vida, e nos fez novas criaturas. Acaso temos a certeza de que nascemos de novo? Sabemos que somos novas criaturas em Cristo?Talvez às vezes tenhamos dúvidas se somos nascidos de novo. Mas o homem que nasceu de novo sabe que há uma mudança nele. Há vezes quando até aquelas pessoas que duvidam da sua salvação têm certeza que passaram da morte para a vida. Sonde seu próprio coração. Deixe que esta oração venha de seus lábios e coração: "Sonda-me, ó Deus, e prova-me". Devo advertir-lhes que se nada mais têm do que a natureza pode lhes dar, vocês perecerão. Viver uma vida boa e bem comportada não lhes dará uma entrada para o reino de Deus. "Necessário vos é nascer de novo" (João 3:7). Estas palavras estão no portão do céu. Até mesmo as pessoas mais destacadas na Igreja e na nação devem nascer de novo, para serem admitidas no céu. Não importa se vocês viveram uma boa vida ou se desobedeceram abertamente a lei de Deus — precisam nascer de novo. O Espírito Santo deve operar esta transformação sobrenatural em vocês. Esta mudança é o resultado do eterno propósito, poder e amor de Deus.
Aqueles que têm parte deste precioso privilégio são felizes. Embora estivessem mortos em transgressões e em pecado, agora eles estão vivos. Embora fossem carnais e terrenos, agora são espirituais. Eles estavam distanciados, mas agora foram trazidos para perto de Deus. Todos estes privilégios são exclusivamente devidos à soberana vontade de Deus. Se vocês nasceram de novo, agradeçam a Deus de todo o coração e humilhem-se diante dEle.
A maneira que esta mudança foi operada em nossos corações é claramente expressa: "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (Tiago 1:18). Homens são geralmente salvos ao ouvirem o evangelho pregado. Alguns afirmam que a pregação da verdade é eficaz para salvar o homem. Isto não é totalmente verdadeiro. A verdade de Deus pode ser fielmente pregada e ninguém ser convertido. Outros dizem que o Espírito de Deus regenera as pessoas sem se utilizar da Palavra de Deus. Isto também não pode ser verdadeiro. A Bíblia nunca diz que o homem pode ser salvo sem a Palavra de Deus. A Palavra e o Espírito sempre operam juntos. A Bíblia diz: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes..." (Heb. 4:12). As Escrituras ensinam claramente que o Espírito de Deus opera através da Palavra de Deus. A Palavra não opera sem o Espírito. "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mar. 10:9). Amigo, você foi salvo pela leitura da Palavra de Deus? A Palavra de Deus é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
O que é esta Palavra de Deus que traz vida nova à pessoa? A palavra é a pregação da doutrina da cruz. Ninguém jamais nasceu de novo através da pregação da lei. A lei pode tornar um homem mais humilde. A lei pode quebrantar e ferir o homem. Ela poderá mostrar-lhe a punição que receberá como pecador. Contudo, a lei jamais lhe trará vida nova. A Bíblia diz: "... Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados" (II Cor. 5:19). Algumas pessoas removem o sacrifício de Cristo do evangelho. Elas condenam o texto: "... o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (I João 1:7). Não deixam nada de evangelho. A palavra "sangue" é uma das mais solenes e importantes palavras em todas as Escrituras. As pessoas não serão salvas se esta doutrina não for pregada.
Se a pregação do evangelho trouxe salvação a você, então pregue-o aos outros. Fale a cada um do fato que Cristo morreu pelos pecadores. Afirme em todo lugar que qualquer um que crer no Senhor Jesus Cristo terá vida eterna. Diga às pessoas que Jesus Cristo foi o substituto dos culpados. Diga-lhes que Ele sofreu pelos pecadores; que a espada da justiça abateu o Pastor para que as ovelhas pudessem ser livres. Declare aos seus ouvintes como o Redentor sofreu a ira de Seu Pai para que os filhos dEle jamais tenham que enfrentar a Sua ira.
Nós crentes em Jesus devemos olhar para trás com gratidão e esperança pelo que Deus fez. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade".
Charles Haddon Spurgeon
O privilégio que pertence aos filhos de Deus é que eles foram regenerados, nascidos de novo pelo Espírito Santo, através da Palavra de Deus. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (1 Ped. 1:23). Recebemos muitas bênçãos depois de nascermos de novo. Todas essas bênçãos vêm através da absoluta e graciosa vontade de Deus. Deus não está obrigado a nos abençoar. Ele pode fazer como quiser. Ele pode decidir não nos abençoar de modo algum. Tudo que podemos reivindicar de Deus é justiça, o que significa que Deus deve nos punir pelos nossos pecados.
Estamos nas mãos de Deus, esperando saber o que Ele vai fazer. Se Deus assim desejar, Ele pode salvar toda a humanidade. Ou se Ele quiser, Ele pode decidir não salvar ninguém. Se Deus desejar, Ele pode, na Sua misericórdia, salvar um homem e deixar outro para sofrer a punição pelo seu pecado. Não há injustiça alguma da parte de Deus se Ele assim fizer. É direito soberano de Deus fazer o que Lhe aprouver. Deus diz na Bíblia: "... compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia" (Rom. 9:15-16).
Alguns ficam muito zangados com este ensinamento. A ira deles não muda o fato de que a verdade da soberania de Deus mantém-se firme como uma rocha. Deus não tem que explicar ao homem o que Ele faz. Ele faz o que quer, nos céus e na terra.
A doutrina da soberania de Deus traz grande alegria aos que crêem nEle. Nós nos regozijamos no amor de Deus que nos escolheu para sermos Seus filhos. Deus deixa as pessoas que Ele não escolheu seguirem seus próprios caminhos e perecerem no final. Ele teve misericórdia de nós porque assim o quis, mesmo antes de nós começarmos a orar e procurá-lO. Este propósito eletivo de Deus é precioso. No mundo precisamos pleitear, até com pessoas ricas, antes que elas nos dêem alguma coisa. Não tivemos que implorar a Deus. Todas as coisas preciosas que Ele nos deu, foi "segundo a sua vontade". Deus Se apraz na misericórdia, em dar livremente. O nome de Deus é amor e a natureza de Deus é amor. É natural ao sol enviar luz. É coisa natural Deus enviar a luz de Sua eterna graça.
Louvemos ao Senhor que nos amou quando estávamos mortos em nossas transgressões e pecados. Glorifiquemo-lO pela Sua misericórdia livremente demonstrada a nós. Não merecíamos a misericórdia de Deus. Freqüentemente desprezamos essa misericórdia. Alguns de nós resistimos a misericórdia de Deus por longo tempo. Curvemo-nos então humildemente diante do trono de Deus. Vamos agradecer-Lhe pelas Suas misericórdias que duram para sempre. Quão maravilhoso é que, devido Deus assim o desejar, Ele teve compaixão de nós. O grande privilégio que Deus nos concedeu é que, através do poder divino do Espírito Santo, já nascemos de novo.
Nosso primeiro nascimento foi natural. Deus nos fez e nossos corpos são Sua maravilhosa criação. Nosso segundo nascimento foi espiritual. Nascemos de novo, regenerados pelo poder divino do Espírito Santo. Nosso segundo nascimento é uma obra de Deus, tão grande quanto o nosso primeiro nascimento, nossa criação natural. "Segundo a sua vontade" Deus nos deu uma nova vida, e nos fez novas criaturas. Acaso temos a certeza de que nascemos de novo? Sabemos que somos novas criaturas em Cristo?Talvez às vezes tenhamos dúvidas se somos nascidos de novo. Mas o homem que nasceu de novo sabe que há uma mudança nele. Há vezes quando até aquelas pessoas que duvidam da sua salvação têm certeza que passaram da morte para a vida. Sonde seu próprio coração. Deixe que esta oração venha de seus lábios e coração: "Sonda-me, ó Deus, e prova-me". Devo advertir-lhes que se nada mais têm do que a natureza pode lhes dar, vocês perecerão. Viver uma vida boa e bem comportada não lhes dará uma entrada para o reino de Deus. "Necessário vos é nascer de novo" (João 3:7). Estas palavras estão no portão do céu. Até mesmo as pessoas mais destacadas na Igreja e na nação devem nascer de novo, para serem admitidas no céu. Não importa se vocês viveram uma boa vida ou se desobedeceram abertamente a lei de Deus — precisam nascer de novo. O Espírito Santo deve operar esta transformação sobrenatural em vocês. Esta mudança é o resultado do eterno propósito, poder e amor de Deus.
Aqueles que têm parte deste precioso privilégio são felizes. Embora estivessem mortos em transgressões e em pecado, agora eles estão vivos. Embora fossem carnais e terrenos, agora são espirituais. Eles estavam distanciados, mas agora foram trazidos para perto de Deus. Todos estes privilégios são exclusivamente devidos à soberana vontade de Deus. Se vocês nasceram de novo, agradeçam a Deus de todo o coração e humilhem-se diante dEle.
A maneira que esta mudança foi operada em nossos corações é claramente expressa: "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (Tiago 1:18). Homens são geralmente salvos ao ouvirem o evangelho pregado. Alguns afirmam que a pregação da verdade é eficaz para salvar o homem. Isto não é totalmente verdadeiro. A verdade de Deus pode ser fielmente pregada e ninguém ser convertido. Outros dizem que o Espírito de Deus regenera as pessoas sem se utilizar da Palavra de Deus. Isto também não pode ser verdadeiro. A Bíblia nunca diz que o homem pode ser salvo sem a Palavra de Deus. A Palavra e o Espírito sempre operam juntos. A Bíblia diz: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes..." (Heb. 4:12). As Escrituras ensinam claramente que o Espírito de Deus opera através da Palavra de Deus. A Palavra não opera sem o Espírito. "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mar. 10:9). Amigo, você foi salvo pela leitura da Palavra de Deus? A Palavra de Deus é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
O que é esta Palavra de Deus que traz vida nova à pessoa? A palavra é a pregação da doutrina da cruz. Ninguém jamais nasceu de novo através da pregação da lei. A lei pode tornar um homem mais humilde. A lei pode quebrantar e ferir o homem. Ela poderá mostrar-lhe a punição que receberá como pecador. Contudo, a lei jamais lhe trará vida nova. A Bíblia diz: "... Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados" (II Cor. 5:19). Algumas pessoas removem o sacrifício de Cristo do evangelho. Elas condenam o texto: "... o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (I João 1:7). Não deixam nada de evangelho. A palavra "sangue" é uma das mais solenes e importantes palavras em todas as Escrituras. As pessoas não serão salvas se esta doutrina não for pregada.
Se a pregação do evangelho trouxe salvação a você, então pregue-o aos outros. Fale a cada um do fato que Cristo morreu pelos pecadores. Afirme em todo lugar que qualquer um que crer no Senhor Jesus Cristo terá vida eterna. Diga às pessoas que Jesus Cristo foi o substituto dos culpados. Diga-lhes que Ele sofreu pelos pecadores; que a espada da justiça abateu o Pastor para que as ovelhas pudessem ser livres. Declare aos seus ouvintes como o Redentor sofreu a ira de Seu Pai para que os filhos dEle jamais tenham que enfrentar a Sua ira.
Nós crentes em Jesus devemos olhar para trás com gratidão e esperança pelo que Deus fez. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade".
Charles Haddon Spurgeon
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
10 Lições sobre o AMOR á Igreja
Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:
1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).
2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.
3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.
4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.
5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.
6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).
7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.
8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: “Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados”.
9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de “santidade e sem culpa” no meio da comunidade cristã, a igreja.
10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: “Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.”.
Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:
“Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu…Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria”
1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).
2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.
3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.
4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.
5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.
6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).
7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.
8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: “Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados”.
9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de “santidade e sem culpa” no meio da comunidade cristã, a igreja.
10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: “Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.”.
Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:
“Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu…Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria”
domingo, 27 de novembro de 2011
A Igreja precisa manter-se simples
A Igreja precisa manter-se simples
E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. 44 Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. 45 Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. 46 Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. Atos 2.42-47
Ao afirmarmos que a Igreja mantinha-se simples não estamos dizendo que a igreja primitiva era uma igreja pobre, ou uma igreja não sofisticada, mas uma igreja que vivia em conformidade com a essência da fé cristã. Note que existem seis declarações nesse versículo que expressam as atividades da Igreja Primitiva:
Doutrina dos Apóstolos
O primeiro ponto a ser ressaltado é a Doutrina dos Apóstolos. O que Lucas quer dizer com “perseveravam na doutrina dos apóstolos” é que a Igreja Primitiva mantinha-se firmada na instrução dos apóstolos. A idéia expressa pelo verbete “perseverar” é dar constante atenção a alguma coisa. Ou seja, a Igreja Primitiva mantinha-se constantemente alicerçada pelo ensino apostólico.
É importante ressaltar que até este ponto da história a doutrina da igreja primitiva podia ser resumida pelo v.36 do mesmo capítulo: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”. Contudo, é digno de nota que todos os apóstolos tinham sido instruídos por Cristo, e por certo podiam repassar aquilo que haviam aprendido. Aliás, a expressão grega referente a “doutrina dos apóstolos” sugere que tal instrução seja procedente dos apóstolos. Ou seja, o ensino da igreja é mantido por aqueles que tem autoridade e capacidade para tal tarefa.
Comunhão
Lucas não poderia estar equivocado quando utilizou o vocábulo “comunhão” quando se referiu à Igreja Primitiva. A descrição subseqüente, esplanada no tópico sobre unidade da igreja, expõe de forma muito clara as considerações dessa igreja. Assim, deve-se ressaltar que os primeiros cristãos “eram perseverantes (…) na comunhão”. E como foi anteriormente ressaltado, isso implica em dizer que eles eram fundamentados na experiência comum do corpo. Assim, como os outros pontos ressaltados por Lucas, a comunhão era essência da vitalidade da Igreja.
Partir do Pão
A expressão “partir do pão” não diz respeito a uma refeição típica da época, e que os cristãos mantinham-se comendo apenas pão, mas a expressão diz respeito à prática da Ceia do Senhor. O termo grego equivalente a partir em português é apenas utilizado no NT em referência à ceia. Alias. É digno de nota que o termo (the klasei tou artou) é apenas utilizado duas vezes no NT, ambas feitas por Lucas, e é de uso restrito à ceia. O uso da expressão é quase que um pleonasmo, visto que klasei (partir) só é aplicado a artou (pão). Segue-se que, com absoluta certeza, a igreja primitiva mantinha-se firmada constantemente no memorial da morte de Cristo.
Orações
As orações tinham um papel fundamental na vida da Igreja Primitiva. Isso pode ser claramente percebido pelo relado deixado por Lucas, que diversas vezes considera as orações dos primeiros cristãos. Em Atos podemos ver que a oração foi a atitude dos cristãos diante das decisões a serem tomadas (1.14), a atitude da liderança da igreja em situação de crescimento (6.4) e a prática da igreja quando estava em situação de perigo e perseguição (12.5).
Louvor
Esta é uma das poucas referências encontradas em Atos que descreve essa atitude dos cristãos. Isso, no entanto, não quer dizer que os primeiros cristãos não adoravam a Deus, mas que suas reuniões estavam mais voltadas para a instrução, a oração e a comunhão. Contudo, devemos notar que todos os outros fatos ocorriam enquanto os cristãos louvavam a Deus . Ou seja, embora sejam poucas as referências era uma atividade que estava intimamente ligada a expressão de adoração da igreja. Entretanto, não podemos afirmar com certeza se isso acontecia por meio da música, embora possa ser muito bem expressa por ela.
Evangelismo
No mesmo versículo podemos perceber, ainda que um pouco escondido, a atividade evangelizadora da Igreja Primitiva. Note: “e dia-a-dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos”. Por mais que a atividade esteja centralizada na atividade divina na salvação, sabe-se que “aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co.1.21). Portanto, não se pode negar que o evangelismo era parte integral da vida da igreja primitiva, sendo que isto acontecia diariamente. Segue-se, então, que a proclamação da verdade, o kerigma na Igreja Primitiva era parte essencial da vitalidade da Igreja de Cristo, assim como todos os elementos já mencionados.
A conclusão que devemos chegar aqui é que estes quatro elementos são essenciais na prática e na experiência da Igreja de Cristo. Portanto, a igreja local que não viabiliza a execução desses pontos não pode ser considerada uma igreja saudável.
Fonte: [ NAPEC - Apologética Cristã ]
E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. 44 Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. 45 Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. 46 Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. Atos 2.42-47
Ao afirmarmos que a Igreja mantinha-se simples não estamos dizendo que a igreja primitiva era uma igreja pobre, ou uma igreja não sofisticada, mas uma igreja que vivia em conformidade com a essência da fé cristã. Note que existem seis declarações nesse versículo que expressam as atividades da Igreja Primitiva:
Doutrina dos Apóstolos
O primeiro ponto a ser ressaltado é a Doutrina dos Apóstolos. O que Lucas quer dizer com “perseveravam na doutrina dos apóstolos” é que a Igreja Primitiva mantinha-se firmada na instrução dos apóstolos. A idéia expressa pelo verbete “perseverar” é dar constante atenção a alguma coisa. Ou seja, a Igreja Primitiva mantinha-se constantemente alicerçada pelo ensino apostólico.
É importante ressaltar que até este ponto da história a doutrina da igreja primitiva podia ser resumida pelo v.36 do mesmo capítulo: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”. Contudo, é digno de nota que todos os apóstolos tinham sido instruídos por Cristo, e por certo podiam repassar aquilo que haviam aprendido. Aliás, a expressão grega referente a “doutrina dos apóstolos” sugere que tal instrução seja procedente dos apóstolos. Ou seja, o ensino da igreja é mantido por aqueles que tem autoridade e capacidade para tal tarefa.
Comunhão
Lucas não poderia estar equivocado quando utilizou o vocábulo “comunhão” quando se referiu à Igreja Primitiva. A descrição subseqüente, esplanada no tópico sobre unidade da igreja, expõe de forma muito clara as considerações dessa igreja. Assim, deve-se ressaltar que os primeiros cristãos “eram perseverantes (…) na comunhão”. E como foi anteriormente ressaltado, isso implica em dizer que eles eram fundamentados na experiência comum do corpo. Assim, como os outros pontos ressaltados por Lucas, a comunhão era essência da vitalidade da Igreja.
Partir do Pão
A expressão “partir do pão” não diz respeito a uma refeição típica da época, e que os cristãos mantinham-se comendo apenas pão, mas a expressão diz respeito à prática da Ceia do Senhor. O termo grego equivalente a partir em português é apenas utilizado no NT em referência à ceia. Alias. É digno de nota que o termo (the klasei tou artou) é apenas utilizado duas vezes no NT, ambas feitas por Lucas, e é de uso restrito à ceia. O uso da expressão é quase que um pleonasmo, visto que klasei (partir) só é aplicado a artou (pão). Segue-se que, com absoluta certeza, a igreja primitiva mantinha-se firmada constantemente no memorial da morte de Cristo.
Orações
As orações tinham um papel fundamental na vida da Igreja Primitiva. Isso pode ser claramente percebido pelo relado deixado por Lucas, que diversas vezes considera as orações dos primeiros cristãos. Em Atos podemos ver que a oração foi a atitude dos cristãos diante das decisões a serem tomadas (1.14), a atitude da liderança da igreja em situação de crescimento (6.4) e a prática da igreja quando estava em situação de perigo e perseguição (12.5).
Louvor
Esta é uma das poucas referências encontradas em Atos que descreve essa atitude dos cristãos. Isso, no entanto, não quer dizer que os primeiros cristãos não adoravam a Deus, mas que suas reuniões estavam mais voltadas para a instrução, a oração e a comunhão. Contudo, devemos notar que todos os outros fatos ocorriam enquanto os cristãos louvavam a Deus . Ou seja, embora sejam poucas as referências era uma atividade que estava intimamente ligada a expressão de adoração da igreja. Entretanto, não podemos afirmar com certeza se isso acontecia por meio da música, embora possa ser muito bem expressa por ela.
Evangelismo
No mesmo versículo podemos perceber, ainda que um pouco escondido, a atividade evangelizadora da Igreja Primitiva. Note: “e dia-a-dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos”. Por mais que a atividade esteja centralizada na atividade divina na salvação, sabe-se que “aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co.1.21). Portanto, não se pode negar que o evangelismo era parte integral da vida da igreja primitiva, sendo que isto acontecia diariamente. Segue-se, então, que a proclamação da verdade, o kerigma na Igreja Primitiva era parte essencial da vitalidade da Igreja de Cristo, assim como todos os elementos já mencionados.
A conclusão que devemos chegar aqui é que estes quatro elementos são essenciais na prática e na experiência da Igreja de Cristo. Portanto, a igreja local que não viabiliza a execução desses pontos não pode ser considerada uma igreja saudável.
Fonte: [ NAPEC - Apologética Cristã ]
domingo, 20 de novembro de 2011
PROGRAMA EDUCARTE EM CRISTO
PROPÓSITO: Fechar a porta para os problemas indesejados: O aborto, a prostituição, e todos os comportamentos contrários as LEIS DE DEUS. E resgatar os valores familiares e sociais.
O mundo foi FORMADO por DEUS (Doutrina da Criação). O mundo foi DEFORMADO pelo pecado (Doutrina da Queda). O mundo deve ser REFORMADO para a Glória de DEUS (Doutrina da Restauração e Redenção).
VISÃO:
- Construir uma Cultura Reformada e Cristã na Pluralidade Democrática.
Promover a transformação de vidas. Para isso, baseamos nossas ações na palavra de Deus. E assim cumprindo o IDE de Jesus Cristo ajudando ao Próximo.
MISSÃO:
- Formar Pessoas para influenciar em seus ambientes: familiar, profissional e educacional a partir de uma filosofia calvinista participativa.
Ação Social nas Escolas: (Linha de Ação)
Esse programa caracteriza-se em assessorar a escolas que tem em sua grade curricular o ensino religioso. Seu objetivo é criar ações que possibilitem o contato da comunidade escolar com a Bíblia, favorecendo o resgate de valores éticos e espirituais entre crianças adolescentes e seus familiares.
- Formar Profissionais e Líderes para influenciar o mercado: educacional, empresarial e político. Tratando dos mais diversos assuntos do interesse da população, procurando sempre esclarecer as duvidas existentes sobre as realidades existenciais dos desacertos sociais.
Inclusão do deficiente visual: (Linhas de Ação)
Esse programa contribui com o processo de inclusão, desenvolvimento cultural e amparo espiritual do deficiente visual. Busca ampliar a oferta de literatura Bíblica para esse segmento da população no formato de áudio.
Ação social pela paz: (Linha de Ação)
Baseado em ações preventivas, esse programa visa combater as causas da violência nas escolas. É voltado também a dependentes químicos e famílias em situação de risco social.
Princípios de Fé - Adota como única regra de fé e prática as Escrituras Sagradas do Velho e Novo Testamento sempre colocando Jesus Cristo como o centro de nossas vidas. - Sustenta como fiel sistema expositivo de doutrina as Confissões Reformadas; Sustenta a suficiência, infalibilidade e autoridade das Escrituras (Sola Scriptura), a supremacia da graça (Sola Gratia), e a efetividade da fé em Cristo (Sola Fide);
O programa “EDUCARTE EM CRISTO” nasce com o objetivo de semear esperança através da prática de soluções que contribuam para sensibilizar a comunidade cristã da cidade de falar sobre a importância de
bons tratos ao nosso próximo. Nosso desejo é que esta iniciativa seja prática e simples, a fim de ter uma melhor aceitação e um alcance mais abrangente.
O século XXI mostra que a religião tem importância global e que é preciso considerá-la em toda analise de assuntos globais. A liderança exige especialistas que possam olhar com profundidade para as leis de Deus. A maior necessidade de nossos dias é a da fé!
Através do Esporte estamos ajudando a jovens e adolescentes a se achegarem a igreja, na igreja aplicamos um curso Bíblico que tem como objetivo Educar esses jovens, numa perspectiva Cristã Reformada! Se você quiser ajudar de alguma maneira entre em contato conosco pelo Email: jbsolagratia@hotmail.com Que Deus nos abençoe!!!!
Pb. João Batista de Lima
"A igreja deve atrair pela
diferença e não pela igualdade".
C.H. SpurgeonFaça parte desta história! Seja um parceiro e contribua para transformação de jovens através deste programa!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Primeiro elemento constitutivo do culto público: Pregação a partir da Bíblia
Primeiro elemento constitutivo do culto público:
Pregação a partir da Bíblia -
O primeiro elemento constitutivo do culto público, a saber, a pregação a partir da Bíblia. Sei que pode soar um tanto quanto "óbvio" o fato de dizermos que dentro de uma igreja que se diz cristã ser necessário que se pregue a palavra de Cristo - o seu mestre -, mas é necessário que tenhamos em mente que o mero reunir-se em uma igreja que se intitula "evangélica", não caracteriza verdadeira fidelidade à revelação (a Bíblia Sagrada) que Deus nos deixou e por isso que precisamos compreender algumas implicações que deve ter o pregar a partir da Bíblia.
Há tempos ouvi um pastor falando que conhecia um pregador que era conhecido como "o pastor engraçado" (ou "pastor piadista", algo assim), pois suas "pregações" eram sempre muito engraçadas, cheias de comédia e as vezes os ouvintes até mesmo urinavam de tanto rir durante as "pregações". Pensei por um breve momento que aquele pastor iria repudiar tal atitude de seu conhecido, mas não o fez; pelo contrário, aprovou e disse que não havia nada de errado com se ter uma pregação engraçada e que entretenha as pessoas.
"E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito" (Jo 3:1-6). Nesta passagem - humanamente falando -, Jesus tem uma excelente oportunidade para pregar a Sua própria mensagem àquele homem que era o príncipe dos judeus, porém Ele não o faz. Jesus não respondeu a Nicodemos de forma engraçada ou suavizou Sua mensagem. Quando Nicodemos questiona Jesus sobre como seria possível alguém nascer de novo (v. 9), Jesus simplesmente lhe responde: "Tu és mestre de Israel, e não sabes isto? (Jo 3:10). O que Jesus quis dizer àquele homem era: "Tu que és mestre de Israel e príncipe dos judeus, que ensinas e te vanglorias de teu conhecimento, não conheces o princípio mais básico sobre a mensagem que dizes viver?". Em momento algum vemos Jesus suavizando ou "divertindo" sua mensagem.
Em outra situação, Jesus ao combater o ensino dos fariseus sobre a necessidade de se lavar as mãos antes de comer (coisa que a lei veterotestamentária não havia imposto) e dizer que o que entra pela boca não é o que contamina, mas o que sai, é indagado por seus discípulos que questionam: "Sabes que os fariseus, ouvindo essas palavras, se escandalizaram?" (Mt 15:12). Vemos então a resposta do mestre: "Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada. Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova" (Mt 15:13-14). Aqui, novamente, não encontramos nenhum resquício de Jesus amenizando a mensagem, mas sim pregando-a com amor, contudo, energicamente e sem jamais renunciar a Verdade.
Ainda outra narrativa nos mostra como Jesus respondeu ao povo que foi até ele apenas para saciarem-se com pães: "E, achando-o no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou" (Jo 6:25-27). Neste ponto, mais uma vez percebemos que Jesus não adulterou a mensagem para que todo aquele povo continuasse a segui-Lo (do ponto de vista humano, que grande oportunidade desperdiçada!), mas condenou o erro e apontou para solução, isto é, que não se trabalhasse pela comida passageira, mas pela verdadeira comida, isto é, a palavra de Deus que nos supre para sempre.
De igual modo, quando o apóstolo Paulo está escrevendo ao seu amado Timóteo, ele insta-o para: "Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina" (2Tm 4.2). As cartas de Paulo são cheias de admoestações e instruções para seus queridos e para as igrejas que ele visitou ou visitaria, contudo não encontramos nenhuma exortação paulina para que os crentes "se divertissem" durante a pregação. Escrevendo a Timóteo, Paulo lhe diz para que pregasse a palavra, redarguisse, repreendesse e exortasse com toda longanimidade e doutrina. Pergunto: onde que encontramos base para termos uma pregação divertida? Respondo: em lugar algum.
O Catecismo Maior de Westminster nos dá diretrizes de como deve ser pregada a palavra de Deus:
Pergunta 159: “Como deve ser pregada a Palavra de Deus por aqueles que para isso são chamados? Resposta: Aqueles que são chamados a trabalhar no ministério da Palavra devem pregar a sã doutrina (Tt 2.1, 7, 8), diligentemente, em tempo e fora de tempo (At 18.25; II Tm 4.2); claramente (I Co 14.9), não em palavras persuasivas de humana sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder (I Co 2.4); fielmente (Jr 23. 28; I Co 4. 1, 2), tornando conhecido todo o conselho de Deus (At 20.27), sabiamente (Cl 1.28; II Tm 2.15) acomodando-se às necessidades e às capacidades dos ouvintes (I Co 3.2; Hb 5.12-14; I Ts 2.7; Lc 12.42) zelosamente (At 18.15; II Tm 4.5), com amor fervoroso para com Deus (II Co 5.13, 14; Fp 1.15-17) e para com as almas do seu povo (II Co 12.15; I Ts 3.12); sinceramente (II Co 4. 2; II Co 2. 17), tendo por alvo a gloria de Deus (Jo 7.18; I Ts 2. 4-6) e procurando converter (I Co 9.19-22), edificar (II Co 12.19; Ef 4.12) e salvar as almas (I Tm 4.16; II Tm 2.10; At 16.16-18)”. Diante dessas diretrizes elaboradas por homens piedosos, percebemos que em momento alguns eles sugerem que a palavra de Deus deva ser pregada com irreverência, pouca importância ou ainda que ela deva ser "divertida" e rápida.
Mas afinal, por quê é necessário que preguemos somente a palavra de Deus? Deixem-me listar 3 motivos (baseados em 2 Tm 3.16,17) pelos quais tão somente a palavra de Deus deve ser pregada e deva ser o centro do culto ao Senhor:
1. Somente a Escritura é divinamente inspirada por Deus - "Toda a Escritura é divinamente inspirada (2 Tm 3:16a).
Procuraremos em vão pelo restante das Escrituras em busca de alguma sentença que nos indique que algum outro escrito tenha sido escrito e inspirado pelo Senhor. Certamente que nos vem à mente a questão sobre os livros apócrifos e os pseudo-epígrafos, mas sobre eles falaremos em outra oportunidade [1]. Contudo, precisamos ter a certeza de que o livro que temos em mãos foi divinamente inspirado - mas que implicação isso tem?
Implica em dizer que, apesar de ter sido escritos por homens, estes foram inspirados pelo Senhor, isto é, "homens santos de Deus falaram [e aqui acrescento: escreveram] inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pe 1:21). Dizer que a Escritura é divinamente inspirada, é afirmar que ela é perfeita, pura, e destituída de qualquer pecado ou invenção humana. Mas o que as Escrituras nos ensinam? O Breve Catecismo de Westminster nos auxilia nessa questão.
Pergunta 3. "Qual é a coisa principal que as Escrituras nos ensinam?" Resposta: "A coisa principal que as Escrituras nos ensinam é o que o homem deve crer a respeito de Deus, bem como o dever que Deus requer do homem" (Mq 6.8; Jo 20.31; Jo 3.16).
Vemos que por ser inspirada, a palavra de Deus não necessita de acréscimo humanos ou de "benfeitorias necessárias", como se partes da revelação divina estivessem caducadas pelo tempo ou ainda que não sejam coerentes com o "tempo em que vivemos". Por divina, o Senhor quer dizer-nos que ela é fidedigna, isto é, que merece crédito, que tem procedência, pois emana do Pai celestial, o criador dos céus e da terra. "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação" (Tg 1:17 - grifo meu). Se Deus é imutável, logo a Sua palavra também será imutável. Não haveria lógica em Deus dispor-nos de uma revelação para seguirmos (a Bíblia) e após morrermos recebermos o veredicto de que na verdade o Senhor "mudou de opinião" e agora executará a Sua justiça a partir de algo que nenhum humano jamais conheceu, e que por isso, todos estarão condenados.
Se o Senhor não pode mudar e inspirou toda a Sua palavra aos homens, aprendemos que temos uma revelação inspirada por Ele e que jamais poderá substituída, quer seja por filosofias ou qualquer outra "boa ideia" sugerida por vis pecadores.
2. Somente a Escritura pode nos ensinar, responder, corrigir e instruir em justiça - "e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Tm 3:16b).
É importante atentarmos para o fato de que se a palavra de Deus foi inspirada por Ele mesmo, naturalmente decorre de que as Escrituras são suficientes para instruir e guiar o homem em sua peregrinação pela terra.
Muitos homens têm proclamado essa verdade em suas conversas, pregações e livros publicados, contudo tais palavras apenas "têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne" (Cl 2.23). Como vemos nos jornais e nas revistas, está "na moda" ser evangélico e crer numa entidade superior. O "evangelicalismo" está em alta, muitas editoras "evangélicas" estão com suas produções aquecidas, as livrarias "cristãs" proliferam com grande rapidez - mas será esse um marco da verdadeira vida cristã e de um avivamento genuíno? Creio que não.
Quando a palavra de Deus nos diz que ela é útil "para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça", isso necessariamente deve-se traduzir em boa piedade cristã, isto é, boa doutrina aliada à prática - e nesse ponto, os puritanos eram majestosos. Eles concordavam com o Catecismo Maior de Westminster que diz:
Pergunta 01: “Qual é o fim supremo e principal do homem? Resposta: “O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus (Rm 11.36; I Co 10.31) e gozá-lo para sempre”(Sl 73.24- 26; Jo 17.22- 24).
Mas como isso se traduz na vida prática? Para Thomas Watson (puritano que viveu entre 1620 e 1686), essa resposta do catecismo tinha duas finalidades específicas para a vida: a glorificação de Deus e a satisfação em Deus [2]. "Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém" (1 Pe 4:11 - grifo meu).
Não há nenhum outro documento, livro, pensamento ou filosofia que esteja apto a ensinar o homem cristão sobre quem é Deus e o que o Senhor requer de Seus filhos, exceto a Bíblia. A suficiência das Escrituras nos mostram que pautar-se pelo estrito ensinamento bíblico é o melhor caminho a se seguir.
3. Somente a Escritura pode nos tornar perfeitos e aptos para a obra do Senhor - "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (2 Tm 3:17).
A finalização dessa breve sentença de Paulo (versículos 16 e 17) é quase que uma obviedade devido a construção que ele faz, contudo parece ser extremamente obscura para muitos professos da fé cristã.
Muitos "evangélicos" concordariam com nosso primeiro ponto que diz que "toda a Escritura é divinamente inspirada". Também estariam de acordo de que ela é "proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça", porém, quando suas vidas são analisadas à luz dessa Escritura que é proveitosa para instruir em todo o conhecimento de Deus, percebemos que o círculo não completa o seu ciclo, isto é, embora professem crer na inspiração da Escritura e digam que ela é proveitosa para suas vidas, isso não se manifesta em suas obras e em seu caráter que deveria ser de um crente em Cristo Jesus. Em muitos casos a Palavra de Deus parece ser suficientemente clara, a ponto de ninguém poder escusar-se da responsabilidade que tem de seguir os princípios bíblicos ali expostos - e creio que esse seja um desses casos.
Observemos que Paulo finaliza o seu argumento dizendo que a implicação prática de toda a Escritura ser divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, é "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra". Mas diferentemente do que muitos homens afirmaram - como John Wesley, Charles Finney e outros -, não se pode atingir a perfeição moral (isto é, boas obras e um viver digno perante a sociedade) e nem tampouco a perfeição teológica nessa vida (que naturalmente leva à uma boa prática cristã).
Paulo instrui a Timóteo dizendo que a Escritura é suficiente "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (grifo meu). Note que em momento algum das Escrituras (em todos os 66 livros da Bíblia) nos é dito que o homem convertido deixa de pecar quando torna-se crente, contudo, nos diz que no tocante à sua vida pós conversão, esse homem passa a ter um parâmetro perfeito para sua vida, a saber, as Escrituras. Isto é, se o homem regenerado não passa a pautar-se pelas Escrituras, grandes são as dúvidas de que tal homem foi verdadeiramente transformado - "Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (Rm 8:9).
A finalidade das Escrituras é nos fazer "perfeitamente instruído(s) para toda a boa obra", ou seja, se desejamos ter um andar cristão, um pensar cristão, um viver cristão, precisamos sem demora nos banharmos nas águas santas e profundas das Escrituras. "Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito" (Tg 1:23-25).
Amém.
Pregação a partir da Bíblia -
O primeiro elemento constitutivo do culto público, a saber, a pregação a partir da Bíblia. Sei que pode soar um tanto quanto "óbvio" o fato de dizermos que dentro de uma igreja que se diz cristã ser necessário que se pregue a palavra de Cristo - o seu mestre -, mas é necessário que tenhamos em mente que o mero reunir-se em uma igreja que se intitula "evangélica", não caracteriza verdadeira fidelidade à revelação (a Bíblia Sagrada) que Deus nos deixou e por isso que precisamos compreender algumas implicações que deve ter o pregar a partir da Bíblia.
Há tempos ouvi um pastor falando que conhecia um pregador que era conhecido como "o pastor engraçado" (ou "pastor piadista", algo assim), pois suas "pregações" eram sempre muito engraçadas, cheias de comédia e as vezes os ouvintes até mesmo urinavam de tanto rir durante as "pregações". Pensei por um breve momento que aquele pastor iria repudiar tal atitude de seu conhecido, mas não o fez; pelo contrário, aprovou e disse que não havia nada de errado com se ter uma pregação engraçada e que entretenha as pessoas.
"E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito" (Jo 3:1-6). Nesta passagem - humanamente falando -, Jesus tem uma excelente oportunidade para pregar a Sua própria mensagem àquele homem que era o príncipe dos judeus, porém Ele não o faz. Jesus não respondeu a Nicodemos de forma engraçada ou suavizou Sua mensagem. Quando Nicodemos questiona Jesus sobre como seria possível alguém nascer de novo (v. 9), Jesus simplesmente lhe responde: "Tu és mestre de Israel, e não sabes isto? (Jo 3:10). O que Jesus quis dizer àquele homem era: "Tu que és mestre de Israel e príncipe dos judeus, que ensinas e te vanglorias de teu conhecimento, não conheces o princípio mais básico sobre a mensagem que dizes viver?". Em momento algum vemos Jesus suavizando ou "divertindo" sua mensagem.
Em outra situação, Jesus ao combater o ensino dos fariseus sobre a necessidade de se lavar as mãos antes de comer (coisa que a lei veterotestamentária não havia imposto) e dizer que o que entra pela boca não é o que contamina, mas o que sai, é indagado por seus discípulos que questionam: "Sabes que os fariseus, ouvindo essas palavras, se escandalizaram?" (Mt 15:12). Vemos então a resposta do mestre: "Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada. Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova" (Mt 15:13-14). Aqui, novamente, não encontramos nenhum resquício de Jesus amenizando a mensagem, mas sim pregando-a com amor, contudo, energicamente e sem jamais renunciar a Verdade.
Ainda outra narrativa nos mostra como Jesus respondeu ao povo que foi até ele apenas para saciarem-se com pães: "E, achando-o no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou" (Jo 6:25-27). Neste ponto, mais uma vez percebemos que Jesus não adulterou a mensagem para que todo aquele povo continuasse a segui-Lo (do ponto de vista humano, que grande oportunidade desperdiçada!), mas condenou o erro e apontou para solução, isto é, que não se trabalhasse pela comida passageira, mas pela verdadeira comida, isto é, a palavra de Deus que nos supre para sempre.
De igual modo, quando o apóstolo Paulo está escrevendo ao seu amado Timóteo, ele insta-o para: "Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina" (2Tm 4.2). As cartas de Paulo são cheias de admoestações e instruções para seus queridos e para as igrejas que ele visitou ou visitaria, contudo não encontramos nenhuma exortação paulina para que os crentes "se divertissem" durante a pregação. Escrevendo a Timóteo, Paulo lhe diz para que pregasse a palavra, redarguisse, repreendesse e exortasse com toda longanimidade e doutrina. Pergunto: onde que encontramos base para termos uma pregação divertida? Respondo: em lugar algum.
O Catecismo Maior de Westminster nos dá diretrizes de como deve ser pregada a palavra de Deus:
Pergunta 159: “Como deve ser pregada a Palavra de Deus por aqueles que para isso são chamados? Resposta: Aqueles que são chamados a trabalhar no ministério da Palavra devem pregar a sã doutrina (Tt 2.1, 7, 8), diligentemente, em tempo e fora de tempo (At 18.25; II Tm 4.2); claramente (I Co 14.9), não em palavras persuasivas de humana sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder (I Co 2.4); fielmente (Jr 23. 28; I Co 4. 1, 2), tornando conhecido todo o conselho de Deus (At 20.27), sabiamente (Cl 1.28; II Tm 2.15) acomodando-se às necessidades e às capacidades dos ouvintes (I Co 3.2; Hb 5.12-14; I Ts 2.7; Lc 12.42) zelosamente (At 18.15; II Tm 4.5), com amor fervoroso para com Deus (II Co 5.13, 14; Fp 1.15-17) e para com as almas do seu povo (II Co 12.15; I Ts 3.12); sinceramente (II Co 4. 2; II Co 2. 17), tendo por alvo a gloria de Deus (Jo 7.18; I Ts 2. 4-6) e procurando converter (I Co 9.19-22), edificar (II Co 12.19; Ef 4.12) e salvar as almas (I Tm 4.16; II Tm 2.10; At 16.16-18)”. Diante dessas diretrizes elaboradas por homens piedosos, percebemos que em momento alguns eles sugerem que a palavra de Deus deva ser pregada com irreverência, pouca importância ou ainda que ela deva ser "divertida" e rápida.
Mas afinal, por quê é necessário que preguemos somente a palavra de Deus? Deixem-me listar 3 motivos (baseados em 2 Tm 3.16,17) pelos quais tão somente a palavra de Deus deve ser pregada e deva ser o centro do culto ao Senhor:
1. Somente a Escritura é divinamente inspirada por Deus - "Toda a Escritura é divinamente inspirada (2 Tm 3:16a).
Procuraremos em vão pelo restante das Escrituras em busca de alguma sentença que nos indique que algum outro escrito tenha sido escrito e inspirado pelo Senhor. Certamente que nos vem à mente a questão sobre os livros apócrifos e os pseudo-epígrafos, mas sobre eles falaremos em outra oportunidade [1]. Contudo, precisamos ter a certeza de que o livro que temos em mãos foi divinamente inspirado - mas que implicação isso tem?
Implica em dizer que, apesar de ter sido escritos por homens, estes foram inspirados pelo Senhor, isto é, "homens santos de Deus falaram [e aqui acrescento: escreveram] inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pe 1:21). Dizer que a Escritura é divinamente inspirada, é afirmar que ela é perfeita, pura, e destituída de qualquer pecado ou invenção humana. Mas o que as Escrituras nos ensinam? O Breve Catecismo de Westminster nos auxilia nessa questão.
Pergunta 3. "Qual é a coisa principal que as Escrituras nos ensinam?" Resposta: "A coisa principal que as Escrituras nos ensinam é o que o homem deve crer a respeito de Deus, bem como o dever que Deus requer do homem" (Mq 6.8; Jo 20.31; Jo 3.16).
Vemos que por ser inspirada, a palavra de Deus não necessita de acréscimo humanos ou de "benfeitorias necessárias", como se partes da revelação divina estivessem caducadas pelo tempo ou ainda que não sejam coerentes com o "tempo em que vivemos". Por divina, o Senhor quer dizer-nos que ela é fidedigna, isto é, que merece crédito, que tem procedência, pois emana do Pai celestial, o criador dos céus e da terra. "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação" (Tg 1:17 - grifo meu). Se Deus é imutável, logo a Sua palavra também será imutável. Não haveria lógica em Deus dispor-nos de uma revelação para seguirmos (a Bíblia) e após morrermos recebermos o veredicto de que na verdade o Senhor "mudou de opinião" e agora executará a Sua justiça a partir de algo que nenhum humano jamais conheceu, e que por isso, todos estarão condenados.
Se o Senhor não pode mudar e inspirou toda a Sua palavra aos homens, aprendemos que temos uma revelação inspirada por Ele e que jamais poderá substituída, quer seja por filosofias ou qualquer outra "boa ideia" sugerida por vis pecadores.
2. Somente a Escritura pode nos ensinar, responder, corrigir e instruir em justiça - "e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Tm 3:16b).
É importante atentarmos para o fato de que se a palavra de Deus foi inspirada por Ele mesmo, naturalmente decorre de que as Escrituras são suficientes para instruir e guiar o homem em sua peregrinação pela terra.
Muitos homens têm proclamado essa verdade em suas conversas, pregações e livros publicados, contudo tais palavras apenas "têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne" (Cl 2.23). Como vemos nos jornais e nas revistas, está "na moda" ser evangélico e crer numa entidade superior. O "evangelicalismo" está em alta, muitas editoras "evangélicas" estão com suas produções aquecidas, as livrarias "cristãs" proliferam com grande rapidez - mas será esse um marco da verdadeira vida cristã e de um avivamento genuíno? Creio que não.
Quando a palavra de Deus nos diz que ela é útil "para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça", isso necessariamente deve-se traduzir em boa piedade cristã, isto é, boa doutrina aliada à prática - e nesse ponto, os puritanos eram majestosos. Eles concordavam com o Catecismo Maior de Westminster que diz:
Pergunta 01: “Qual é o fim supremo e principal do homem? Resposta: “O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus (Rm 11.36; I Co 10.31) e gozá-lo para sempre”(Sl 73.24- 26; Jo 17.22- 24).
Mas como isso se traduz na vida prática? Para Thomas Watson (puritano que viveu entre 1620 e 1686), essa resposta do catecismo tinha duas finalidades específicas para a vida: a glorificação de Deus e a satisfação em Deus [2]. "Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém" (1 Pe 4:11 - grifo meu).
Não há nenhum outro documento, livro, pensamento ou filosofia que esteja apto a ensinar o homem cristão sobre quem é Deus e o que o Senhor requer de Seus filhos, exceto a Bíblia. A suficiência das Escrituras nos mostram que pautar-se pelo estrito ensinamento bíblico é o melhor caminho a se seguir.
3. Somente a Escritura pode nos tornar perfeitos e aptos para a obra do Senhor - "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (2 Tm 3:17).
A finalização dessa breve sentença de Paulo (versículos 16 e 17) é quase que uma obviedade devido a construção que ele faz, contudo parece ser extremamente obscura para muitos professos da fé cristã.
Muitos "evangélicos" concordariam com nosso primeiro ponto que diz que "toda a Escritura é divinamente inspirada". Também estariam de acordo de que ela é "proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça", porém, quando suas vidas são analisadas à luz dessa Escritura que é proveitosa para instruir em todo o conhecimento de Deus, percebemos que o círculo não completa o seu ciclo, isto é, embora professem crer na inspiração da Escritura e digam que ela é proveitosa para suas vidas, isso não se manifesta em suas obras e em seu caráter que deveria ser de um crente em Cristo Jesus. Em muitos casos a Palavra de Deus parece ser suficientemente clara, a ponto de ninguém poder escusar-se da responsabilidade que tem de seguir os princípios bíblicos ali expostos - e creio que esse seja um desses casos.
Observemos que Paulo finaliza o seu argumento dizendo que a implicação prática de toda a Escritura ser divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, é "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra". Mas diferentemente do que muitos homens afirmaram - como John Wesley, Charles Finney e outros -, não se pode atingir a perfeição moral (isto é, boas obras e um viver digno perante a sociedade) e nem tampouco a perfeição teológica nessa vida (que naturalmente leva à uma boa prática cristã).
Paulo instrui a Timóteo dizendo que a Escritura é suficiente "Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (grifo meu). Note que em momento algum das Escrituras (em todos os 66 livros da Bíblia) nos é dito que o homem convertido deixa de pecar quando torna-se crente, contudo, nos diz que no tocante à sua vida pós conversão, esse homem passa a ter um parâmetro perfeito para sua vida, a saber, as Escrituras. Isto é, se o homem regenerado não passa a pautar-se pelas Escrituras, grandes são as dúvidas de que tal homem foi verdadeiramente transformado - "Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (Rm 8:9).
A finalidade das Escrituras é nos fazer "perfeitamente instruído(s) para toda a boa obra", ou seja, se desejamos ter um andar cristão, um pensar cristão, um viver cristão, precisamos sem demora nos banharmos nas águas santas e profundas das Escrituras. "Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito" (Tg 1:23-25).
Amém.
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